5 Motivos para ler Tartarugas Até Lá Embaixo, de John Green

2/16/2018



“Qualquer um pode olhar para você, mas é muito raro encontrar quem veja o mesmo mundo que o seu.” (pág. 16).

Aza Holmes não está disposta a sair bancando a detetive para solucionar o mistério do desaparecimento do bilionário Russel Pickett, mas há uma recompensa de cem mil dólares em jogo, e sua melhor amiga, a destemida Daisy, quer muito botar a mão nesse dinheiro. Assim as duas vão atrás do único contato que têm em comum com o magnata: o filho dele, Davis. Ela está tentando. Tentando ser uma boa filha, uma boa amiga e uma boa aluna, mas, aos dezesseis anos, ainda não encontrou um modo de lidar com as terríveis espirais de pensamento que se afunilam cada vez mais e ameaçam aprisioná-la.


Tartarugas Até Lá Embaixo, de John Green. 
Editora Intríseca. (266 páginas)

Primeiramente, foi escrito pelo nosso querido John Green que já mostrou sua incrível escrita nos sucesso de” A Culpa é Das Estrelas”, “Cidades de Papel” e “Quem é você, Alasca?”. Com diálogos inteligentes que vão de conversas simples até reflexões filosóficas sobre o universo.A protagonista, Aza Holmes, tem Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) que é um transtorno comum, mas muitas vezes não recebe a devida atenção. É considerado uma das dez maiores causas de incapacitação de acordo com a OMS e estima-se que cerca de 4 milhões de brasileiros sofrem dessa doença. No livro, o autor trata isso de maneira bem real, fazendo o leitor sentir a sensação da mente de Aza obrigando ela a ter comportamentos compulsivos. Daisy Ramirez, a melhor amiga de Aza e a louca de Star Wars. O livro está com várias referências às histórias e a melhor, Daisy escreve fanfics sobre a vida amorosa do Chewbacca.Aza e Daisy bancam as detetives para solucionar o desaparecimento do bilionário Russell Pickett e há uma recompensa de cem mil dólares em jogo. Além disso, o filho do bilionário, Davis Pickett, é o único contato que pode dar dicas sobre o desaparecimento.O livro trata também de amizade, de nunca desistir de superar seus medos, sobre relacionamentos. É um pacote completo e nada clichê, como sempre são os livros do tio João Verde."Toda perda é única. Não dá para saber como é a dor de outra pessoa, da mesma forma que tocar no corpo de alguém não é o mesmo que viver naquele corpo." (pág. 164)

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